Até ao visionamento de Ocean’s 8, não tinha lido nenhuma crítica, nem mesmo o trailer. Contudo, durante os intervalos fui lendo a crítica publicada no Nit. Após ler que era “um desperdício de ingredientes e de talento“, as minhas expectativas diminuíram um pouco. Contudo, querendo dar uma oportunidade ao drama continuei a assistir. Como era de esperar, a minha opinião é um tanto diferente.
O filme estreou-se no verão de 2018 obtendo 297,7 milhões de dólares de bilheteira. A comédia está classificada com 6,2/10 no IMDb.

A história inicia-se com a libertação de Debbie Ocean (Sandra Bullock) da prisão, depois de cinco anos, oito meses, doze dias. Tendo todo esse tempo para planear um assalto perfeito, a mesma com a ajuda de Lou (Cate Blanchett), começa a colocar o plano em prática. Tendo a equipa completa, somente formada por mulheres, fazem de tudo para conseguir que Daphne Kluger (Anne Hathaway) leve o colar para a Gala do MET – onde de irão realizar o assalto.
Toussaint é um colar icónico de diamantes com quase três quilos, avaliado em 150 milhões de dólares, guardado nos cofres da Cartier. E é o objeto principal do assalto – no final, verão o porquê.

A ideia do filme não é de todo nova, sendo os filmes Ocean’s 11, Ocean’s 12 e Ocean’s 13, têm o mesmo objetivo/desfecho. Inclusive, Debbie é irmã mais nova de Daniel Ocean (interpretado por George Cloney, nos restantes Ocean’s). A novidade é somente que o crime será realizado apenas por mulheres. O que não deixa de ser interessante.
Definitivamente, achei que a forma como procederam e pensaram em todos os detalhes para que nada falhasse, foi deslumbrante. Só por isso vale a pena o seu visionamento. As surpresas que temos no final também são incrivelmente inesperadas.
Tendo em conta a história e a maravilhosa interpretação de Sandra Bullock classifico em 6,9/10.